quinta-feira, 26 de abril de 2018

Álvaro do Carvalhal, OS CANIBAIS (póstumo, 1868)

«Todavia não deixarei eu de confessar o amor que sempre tive por contos de fadas, para que se não estranhem algumas murmurações, acaso fugitivas, no acto de me sacrificar às exigências desta geração pretensiosa.» 

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