quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Carlos Vale Ferraz, NÓ CEGO (1983)

«Naquela fornalha do auge da época seca, onde não corria uma aragem, eles e uns mosquitos pequenos que se metiam pelos olhos, pela boca, pelo nariz, como se fossem cegos, pareciam ser os únicos bichos vivos.»


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