sábado, 29 de dezembro de 2018

Soeiro Pereira Gomes, ESTEIROS (1941)

«Com os prenúncios de Outono, as primeiras chuvas encheram de frémitos o lodaçal negro dos esteiros, e o vento agreste abriu buracos nos trapos dos garotos, num arrepio de águas e de corpos.»

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