segunda-feira, 27 de maio de 2019

João Gaspar Simões, ELÓI OU ROMANCE NUMA CABEÇA (1932)

«Lamenta não poder ver a escuridão, porque lhe cobrem a vista novelos de claridade absurdamente negros: novelos ou passadeiras de matéria luminosa que, do que supõe o tecto, descem, pesados, para o que supõe o chão.» 

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