terça-feira, 13 de março de 2018

a novelística: - IV: 1-2,9



15. Teresa Salema, Educação e Memória de André Maria S. (1982) - 2,4
14. Vasco Branco, Os Generosos Delírios da Burguesia (1980) - 2,7
13. Lídia Jorge, Os Memoráveis (2014) - 2,7
12. Filomena Cabral, Em Demanda da Europa (1997) - 1,5
11. Mário Zambujal, Primeiro as Senhoras (2006) - 2,5
10. Carlos Querido, A Redenção das Águas (2013) - 2,7
9. Maria Manuel Viana, Teoria dos Limites (2014) - 2,7
8. António Alçada Baptista, O Riso de Deus (1994) - 1,2
7. Ferreira de Castro, Criminoso por Ambição (1916) - 2,0
6. Miguel Barbosa, Anatomia de um Sonho (2008) - 1,5
5. Guedes de Amorim, Aldeia das Águias (1939) - 1,5
4. Sarah Beirão, Triunfo (s.d.) - 2,9
3- António Manuel Venda, O que Entra nos Livros (2007) - 2,5
2. Rosa Lobato de Faria, A Alma Trocada (2007) - 2,7
1. Bento da Cruz, Filhas de Loth (1967) - 2,9

domingo, 11 de março de 2018

Francisco Costa, CÁRCERE INVISÍVEL (1949)




«Nessa noite de Julho, ao regressar a casa, deve ter parado, atónito, no meio da rua deserta: embora passasse da meia-noite, havia, na janela da frente, um risco de luz vertical!»  

sexta-feira, 9 de março de 2018

pontos prévios: Alves Redol, BARRANCO DE CEGOS (1961)

«Contaram-me que numa tarde de domingo, daquelas em que meu avô, seu criado e maioral das éguas, vinha aviar o alforge para quinze dias de Lezíria, o patrão Diogo nos viu juntos e se dignou, sem nojo, concretizar uma carícia nos cabelos encaracolados da minha cabeça de menino pobre.»

quarta-feira, 7 de março de 2018

Almeida Garrett, VIAGENS NA MINHA TERRA (1846)

«Eu muitas vezes, nestas sufocadas noites de Estio, viajo até à minha janela para ver uma nesguita de Tejo que está no fim da rua, e me enganar com uns verdes de árvores que ali vegetam sua laboriosa infância nos entulhos do Cais do Sodré.»  

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

o início de CÁRCERE INVISÍVEL (1949), de Francisco Costa


«Em longos anos de rotina diária, meu pais afeiçoara-se de tal modo ao armazém de panos onde era o principal empregado, que ali fazia inúmeros serões, gozando raivosamente a ausência do patrão.»
(Lisboa, Editorial Verbo, 1972)

pontos prévio: Alves Redol, BARRANCO DE CEGOS (1961)

«Já lá vão quase cinquenta anos, tempo suficiente para que um lago se torne num pântano ou uma estrela distante e misteriosa se transforme num mundo corriqueiro, ambos possíveis por obra dos homens.»

Francisco Costa, CÁRCERE INVISÍVEL (1949)




«De mansinho (estou a vê-lo!), abriu a porta da rua, subiu no escuro os três degraus da entrada onde o próprio mau cheiro lhe agradava, e apalpando à esquerda, meteu sem ruído a chave na fechadura.»

Abel Botelho, O BARÃO DE LAVOS (1891)

«Dum primeiro andar, com tabuinhas verdes, logo abaixo do Circo, meninas de batas brancas convidavam: -- Psiu! não sobes, ó catitinha? -- aos janotas que passavam.»

domingo, 25 de fevereiro de 2018

o início de O BARÃO DE LAVOS (1891), de Abel Botelho

«Naquela noite de Março, desabrida e húmida, uma grande animação fervilhava alacremente ao fundo da rua do Salitre.» 
(5.ª ed., Porto, Livraria Chardron, 1924)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018