«Minha mãe fez-me um almoço de pão de milho e azeitonas, meteu-me tudo num cesto que enfiei no braço e, enquanto o meu pai aparelhava a burrita, dei uma corrida a casa da avó Caixinha para me mostrar.»
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quarta-feira, 14 de março de 2018
terça-feira, 13 de março de 2018
a novelística: - IV: 1-2,9
14. Vasco Branco, Os Generosos Delírios da Burguesia (1980) - 2,7
12. Filomena Cabral, Em Demanda da Europa (1997) - 1,5
11. Mário Zambujal, Primeiro as Senhoras (2006) - 2,5
10. Carlos Querido, A Redenção das Águas (2013) - 2,7
9. Maria Manuel Viana, Teoria dos Limites (2014) - 2,7
8. António Alçada Baptista, O Riso de Deus (1994) - 1,2
7. Ferreira de Castro, Criminoso por Ambição (1916) - 2,0
6. Miguel Barbosa, Anatomia de um Sonho (2008) - 1,5
5. Guedes de Amorim, Aldeia das Águias (1939) - 1,5
4. Sarah Beirão, Triunfo (s.d.) - 2,9
3- António Manuel Venda, O que Entra nos Livros (2007) - 2,5
2. Rosa Lobato de Faria, A Alma Trocada (2007) - 2,7
1. Bento da Cruz, Filhas de Loth (1967) - 2,9
domingo, 11 de março de 2018
sexta-feira, 9 de março de 2018
pontos prévios: Alves Redol, BARRANCO DE CEGOS (1961)
«Contaram-me que numa tarde de domingo, daquelas em que meu avô, seu criado e maioral das éguas, vinha aviar o alforge para quinze dias de Lezíria, o patrão Diogo nos viu juntos e se dignou, sem nojo, concretizar uma carícia nos cabelos encaracolados da minha cabeça de menino pobre.»
quarta-feira, 7 de março de 2018
Almeida Garrett, VIAGENS NA MINHA TERRA (1846)
«Eu muitas vezes, nestas sufocadas noites de Estio, viajo até à minha janela para ver uma nesguita de Tejo que está no fim da rua, e me enganar com uns verdes de árvores que ali vegetam sua laboriosa infância nos entulhos do Cais do Sodré.»
segunda-feira, 5 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
o início de CÁRCERE INVISÍVEL (1949), de Francisco Costa
«Em longos anos de rotina diária, meu pais afeiçoara-se de tal modo ao armazém de panos onde era o principal empregado, que ali fazia inúmeros serões, gozando raivosamente a ausência do patrão.»
(Lisboa, Editorial Verbo, 1972)
Francisco Costa, CÁRCERE INVISÍVEL (1949)
domingo, 25 de fevereiro de 2018
o início de O BARÃO DE LAVOS (1891), de Abel Botelho
«Naquela noite de Março, desabrida e húmida, uma grande animação fervilhava alacremente ao fundo da rua do Salitre.»
(5.ª ed., Porto, Livraria Chardron, 1924)
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