«Todavia não deixarei eu de confessar o amor que sempre tive por contos de fadas, para que se não estranhem algumas murmurações, acaso fugitivas, no acto de me sacrificar às exigências desta geração pretensiosa.»
- Página inicial
- a guerra é a guerra
- a propriedade é um roubo
- bichos
- cinco sentidos
- desinquietações
- diálogo com o leitor
- do grotesco
- elementais
- eras da técnica
- errância
- escrever
- estesias
- eu sou da infância
- eu tenho a paixão das árvores
- incipit
- (in)disposições do narrador
- literatura, literatura, literatura
- margens, de várias maneiras
- motu proprio
- noite, doce noite
- o desejo
- o folguedo, a festança
- o mar oceano
- o outro
- o peso da História
- o quando e o quadro
- o sangue
- o silêncio
- o sonho da razão
- o tempo que passa
- oh, as casas
- paisagem
- Portugal a várias vozes
- refracções
- retratos do povo
- ruínas e devastações
- seiva
- senhor e servo
- terra-mar-e-ar
- transgressões
- urbs
quinta-feira, 26 de abril de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
domingo, 22 de abril de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Raul Brandão, A FARSA (1903)
quinta-feira, 19 de abril de 2018
terça-feira, 17 de abril de 2018
Orlando da Costa, O SIGNO DA IRA (1962)
sexta-feira, 13 de abril de 2018
quinta-feira, 12 de abril de 2018
quarta-feira, 11 de abril de 2018
sábado, 7 de abril de 2018
José Régio, JOGO DA CABRA-CEGA (1934)
«Noites havia, sim, em que simplesmente apreciava a noite: O aspecto de mascaradas, ou desmascaradas, que certas casas têm a certas horas; o silêncio das ruas e a sonoridade das pedras; ; os vultos que se esgueiram, ou esperam à esquina, ou se cosem às paredes, ou nos roçam o ombro, ou nos pedem lume, ou falam alto; e depois esboços de paisagens, ou transfigurações inesperadas de coisas que à luz do dia são banais.»
Subscrever:
Mensagens (Atom)










