19. Teixeira de Sousa,
Ilhéu de Contenda (1978) - 3,9*
18. Fernando Namora,
Casa da Malta (1945) - 3,7
17. Fernando Assis Pacheco,
Walt (1978) - 3,8
16. Rui Nunes,
«Quem da Pátria Sai a Si Mesmo Escapa?» (1983) - 3,9
15. Nuno Júdice,
O Enigma de Salomé (2007) - 3,7
14. Reinaldo Ferreira,
Memórias Extraordinárias do Major Calafaia (póstumo, 1945) - 3,3
13. António Alçada Baptista,
Catarina ou o Sabor da Maçã (1988) - 3,0
12. José Saramago,
Terra do Pecado (1947) - 3,5
11. Manuel da Silva Ramos,
Três Vidas ao Espelho (2010) - 3,8
10. Luís de Magalhães,
O Brasileiro Soares (1886) - 3,9
9. João Botelho da Silva,
Beduínos a Gasóleo (1993) - 3,7
8. Fernando Faria,
O Noviço (2015) - 3,4
7. Augusto Abelaira,
A Cidade das Flores (1959) - 3,8
6- Mário Domingues,
O Preto do «Charleston» (1930) - 3,1
5- Antunes da Silva,
Suão (1960) - 3,8
4- Mário de Sá-Carneiro,
A Confissão de Lúcio (1914) - 3,1
3. Olga Gonçalves,
A Floresta em Brermehaven (1975) - 3,7
2. Tomaz Ribas,
Cais das Colunas (1959) - 3,0
1. Afonso Cruz,
Jesus Cristo Bebia Cerveja (2012) - 3,7
* Por razões históricas e biográficas, e ainda literárias, considero Teixeira de Sousa um escritor de duas literaturas: a caboverdiana e a portuguesa.