«E agora que os anos confundem a ordem e o rigor das emoções dessa viagem para Lisboa, o difícil é reconstituir os nomes, o perfil, a sombra dessas formas escuras, que eram os barcos de então.»
- Página inicial
- a guerra é a guerra
- a propriedade é um roubo
- bichos
- cinco sentidos
- desinquietações
- diálogo com o leitor
- do grotesco
- elementais
- eras da técnica
- errância
- escrever
- estesias
- eu sou da infância
- eu tenho a paixão das árvores
- incipit
- (in)disposições do narrador
- literatura, literatura, literatura
- margens, de várias maneiras
- motu proprio
- noite, doce noite
- o desejo
- o folguedo, a festança
- o mar oceano
- o outro
- o peso da História
- o quando e o quadro
- o sangue
- o silêncio
- o sonho da razão
- o tempo que passa
- oh, as casas
- paisagem
- Portugal a várias vozes
- refracções
- retratos do povo
- ruínas e devastações
- seiva
- senhor e servo
- terra-mar-e-ar
- transgressões
- urbs
terça-feira, 2 de outubro de 2018
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Jorge Amado, TENDA DOS MILAGRES (1969)
«Aqui ressoam os atabaques, os berimbaus, os ganzás, os agogôs, os pandeiros, os adufes, os caxixis, as cabaças: os instrumentos pobres tão ricos de ritmo e melodia.»
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Almeida Garrett, VIAGENS NA MINHA TERRA (1846)
«Vou nada menos que a Santarém: e protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica.»
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Orlando da Costa, O SIGNO DA IRA (1960)
«Ao longo das madrugadas um frémito de frescura vem fundir-se com a seca quietação da terra e agitar levemente a superfície parada das águas represadas. »
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
confrontações com Joseph Conrad: O CORAÇÃO DAS TREVAS (1899)
«O ar estava sombrio acima de Gravesend, e mais longe parecia condensar-se numa treva desolada que pesava, imóvel, sobre a mais vasta e grandiosa cidade do mundo.» (trad. Aníbal Fernandes)
sábado, 15 de setembro de 2018
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
pontos prévios: confrontações com Raymond-Léopold Bruckberger
«Amo os lobos, nascidos para a solidão e para a fome.» O Lobo Milagreiro (1971) (trad. Jorge de Sena)
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Jorge Amado, SEARA VERMELHA (1946)
«Artur olhou as árvores que se estendiam por detrás da casa-grande, os galhos docemente agitados pela brisa, e sorriu imaginando que as árvores estavam satisfeitas após a chuva tão esperada.»
Eça de Queirós, S. CRISTÓVÃO (póstumo, 1911)
«E a noite cerrava-se, quando para além de uma ponte de tabuado que tremia sobre uma torrente, seca por aquele lento Agosto, o povoado apareceu entre o arvoredo do vale, com a capela branca e toda nova que o Senhor do Castelo andava erguendo a S. Cosme.»
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
A novelística -- III: 3-3,9
18. Fernando Namora, Casa da Malta (1945) - 3,7
17. Fernando Assis Pacheco, Walt (1978) - 3,8
16. Rui Nunes, «Quem da Pátria Sai a Si Mesmo Escapa?» (1983) - 3,9
15. Nuno Júdice, O Enigma de Salomé (2007) - 3,7
14. Reinaldo Ferreira, Memórias Extraordinárias do Major Calafaia (póstumo, 1945) - 3,3
13. António Alçada Baptista, Catarina ou o Sabor da Maçã (1988) - 3,0
12. José Saramago, Terra do Pecado (1947) - 3,5
11. Manuel da Silva Ramos, Três Vidas ao Espelho (2010) - 3,8
10. Luís de Magalhães, O Brasileiro Soares (1886) - 3,9
9. João Botelho da Silva, Beduínos a Gasóleo (1993) - 3,7
8. Fernando Faria, O Noviço (2015) - 3,4
7. Augusto Abelaira, A Cidade das Flores (1959) - 3,8
6- Mário Domingues, O Preto do «Charleston» (1930) - 3,1
5- Antunes da Silva, Suão (1960) - 3,8
4- Mário de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio (1914) - 3,1
3. Olga Gonçalves, A Floresta em Brermehaven (1975) - 3,7
2. Tomaz Ribas, Cais das Colunas (1959) - 3,0
1. Afonso Cruz, Jesus Cristo Bebia Cerveja (2012) - 3,7
* Por razões históricas e biográficas, e ainda literárias, considero Teixeira de Sousa um escritor de duas literaturas: a caboverdiana e a portuguesa.
domingo, 9 de setembro de 2018
Jorge Amado, MAR MORTO (1936)
«Ainda não estavam acesas as luzes do cais, no Farol das Estrelas não brilhavam ainda as lâmpadas pobres que iluminavam os copos de cachaça, muitos saveiros ainda cortavam as águas do mar, quando o vento trouxe a noite de nuvens pretas.»
Subscrever:
Mensagens (Atom)












