quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A novelística - II: 4-4,5

28. Isabel Rio Novo, A Febre das Almas Sensíveis (2018) - 4,0
27. Álvaro Guerra, Café República (1982) - 4,5
26. Ângela Caires, Daqui em Diante Só Há Dragões (1988) - 4,4
25. Abel Botelho, O Barão de Lavos (1891) - 4,5
24. José Cardoso Pires, Alexandra Alpha (1987) - 4,3
23. M. Teixeira-Gomes, Maria Adelaide (1938) - 4,0
22. Eça de Queirós, A Tragédia da Rua das Flores (1980, póstumo) - 4,5
21. Diana de Liz, Memórias duma Mulher da Época (1932, póstumo) - 4,4
20. Raul Brandão, O Pobre de Pedir, (1931, póstumo) - 4,4
19. João Pedro de Andrade, A Hora Secreta (1942) - 4,3
18. Camilo Castelo Branco, O Judeu (1866) - 4,3
17. Manuel da Silva Ramos, Café Montalto (2002) - 4,5
16. Fernando Assis Pacheco, Trabalhos e Paixões de Benito Prada (1993) - 4,4
15. Luís Almeida Martins, Viva Cartago (1984) - 4,1
14. Almada Negreiros, Nome de Guerra (1938 [1925]) - 4,5
13. Baptista-Bastos, Cão Velho Entre Flores (1974) - 4,5
12. Miguel Real, As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2010) - 4,0
11. Carlos de Oliveira, Alcateia (1944) - 4,4
10. Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa (1985) - 4,5
9. António Pedro, Apenas uma Narrativa (1942) - 4,4
8. Carlos de Oliveira, Uma Abelha na Chuva (1953) - 4,5
7. Vergílio Ferreira, Manhã Submersa (1954) - 4,5
6. Nuno Bragança, A Noite e o Riso (1969) - 4,5
5. Soeiro Pereira Gomes, Esteiros (1942) - 4,5
4. Carlos Malheiro Dias, Paixão de Maria do Céu (1902) - 4,3
3. Hélia Correia, O Número dos Vivos (1982) - 4,3
2. Romeu Correia, Calamento (1950) - 4,0
1. Paulo Castilho, Fora de Horas (1989) - 4,3


terça-feira, 2 de outubro de 2018

João de Melo, GENTE FELIZ COM LÁGRIMAS (1988)

«E agora que os anos confundem a ordem e o rigor das emoções dessa viagem para Lisboa, o difícil é reconstituir os nomes, o perfil, a sombra dessas formas escuras, que eram os barcos de então.»

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Jorge Amado, TENDA DOS MILAGRES (1969)

«Aqui ressoam os atabaques, os berimbaus, os ganzás, os agogôs, os pandeiros, os adufes, os caxixis, as cabaças: os instrumentos pobres tão ricos de ritmo e melodia.»


quarta-feira, 26 de setembro de 2018

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Orlando da Costa, O SIGNO DA IRA (1960)

«Ao longo das madrugadas um frémito de frescura vem fundir-se com a seca quietação da terra e agitar levemente a superfície parada das águas represadas. » 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

confrontações com Joseph Conrad: O CORAÇÃO DAS TREVAS (1899)

«O ar estava sombrio acima de Gravesend, e mais longe parecia condensar-se numa treva desolada que pesava, imóvel, sobre a mais vasta e grandiosa cidade do mundo.»  (trad. Aníbal Fernandes)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Jorge Amado, SEARA VERMELHA (1946)

«Artur olhou as árvores que se estendiam por detrás da casa-grande, os galhos docemente agitados pela brisa, e sorriu imaginando que as árvores estavam satisfeitas após a chuva tão esperada.»

Eça de Queirós, S. CRISTÓVÃO (póstumo, 1911)

«E a noite cerrava-se, quando para além de uma ponte de tabuado que tremia sobre uma torrente, seca por aquele lento Agosto, o povoado apareceu entre o arvoredo do vale, com a capela branca e toda nova que o Senhor do Castelo andava erguendo a S. Cosme.»   

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

A novelística -- III: 3-3,9




19. Teixeira de Sousa, Ilhéu de Contenda (1978) - 3,9*
18. Fernando Namora, Casa da Malta (1945) - 3,7
17. Fernando Assis Pacheco, Walt (1978) - 3,8
16. Rui Nunes, «Quem da Pátria Sai a Si Mesmo Escapa?» (1983) - 3,9
15. Nuno Júdice, O Enigma de Salomé (2007) - 3,7
14. Reinaldo Ferreira, Memórias Extraordinárias do Major Calafaia (póstumo, 1945) - 3,3
13. António Alçada Baptista, Catarina ou o Sabor da Maçã (1988) - 3,0
12. José Saramago, Terra do Pecado (1947) - 3,5
11. Manuel da Silva Ramos, Três Vidas ao Espelho (2010) - 3,8
10. Luís de Magalhães, O Brasileiro Soares (1886) - 3,9
9. João Botelho da Silva, Beduínos a Gasóleo (1993) - 3,7
8. Fernando Faria, O Noviço (2015) - 3,4
7. Augusto Abelaira, A Cidade das Flores (1959) - 3,8
6- Mário Domingues, O Preto do «Charleston» (1930) - 3,1
5- Antunes da Silva, Suão (1960) - 3,8
4- Mário de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio (1914) - 3,1
3. Olga Gonçalves, A Floresta em Brermehaven (1975) - 3,7
2. Tomaz Ribas, Cais das Colunas (1959) - 3,0
1. Afonso Cruz, Jesus Cristo Bebia Cerveja (2012) - 3,7


* Por razões históricas e biográficas, e ainda literárias, considero Teixeira de Sousa um escritor de duas literaturas: a caboverdiana e a portuguesa.