«À volta dele criou-se assim uma espécie de mitologia que julgo digna de crónica, embora queira penitenciar-me de ser eu a escrevê-la, pois a um neto de campino nunca deveria ser permitido o acesso a certos meios de expressão que o progresso, sorrateiramente, enfiou pelas nossas fronteiras.»
- Página inicial
- a guerra é a guerra
- a propriedade é um roubo
- bichos
- cinco sentidos
- desinquietações
- diálogo com o leitor
- do grotesco
- elementais
- eras da técnica
- errância
- escrever
- estesias
- eu sou da infância
- eu tenho a paixão das árvores
- incipit
- (in)disposições do narrador
- literatura, literatura, literatura
- margens, de várias maneiras
- motu proprio
- noite, doce noite
- o desejo
- o folguedo, a festança
- o mar oceano
- o outro
- o peso da História
- o quando e o quadro
- o sangue
- o silêncio
- o sonho da razão
- o tempo que passa
- oh, as casas
- paisagem
- Portugal a várias vozes
- refracções
- retratos do povo
- ruínas e devastações
- seiva
- senhor e servo
- terra-mar-e-ar
- transgressões
- urbs
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
terça-feira, 16 de outubro de 2018
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Carlos Vale Ferraz, NÓ CEGO (1983)
«Naquela fornalha do auge da época seca, onde não corria uma aragem, eles e uns mosquitos pequenos que se metiam pelos olhos, pela boca, pelo nariz, como se fossem cegos, pareciam ser os únicos bichos vivos.»
terça-feira, 9 de outubro de 2018
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
José Saramago, O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS (1984)
«Em dias de amena meteorologia, o Highland Brigade é jardim de crianças e paraíso de velhos, porém não hoje, que está chovendo e não iremos ter outra tarde.»
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
A novelística - II: 4-4,5
28. Isabel Rio Novo, A Febre das Almas Sensíveis (2018) - 4,0
27. Álvaro Guerra, Café República (1982) - 4,5
26. Ângela Caires, Daqui em Diante Só Há Dragões (1988) - 4,4
25. Abel Botelho, O Barão de Lavos (1891) - 4,5
24. José Cardoso Pires, Alexandra Alpha (1987) - 4,3
23. M. Teixeira-Gomes, Maria Adelaide (1938) - 4,0
22. Eça de Queirós, A Tragédia da Rua das Flores (1980, póstumo) - 4,5
21. Diana de Liz, Memórias duma Mulher da Época (1932, póstumo) - 4,427. Álvaro Guerra, Café República (1982) - 4,5
26. Ângela Caires, Daqui em Diante Só Há Dragões (1988) - 4,4
25. Abel Botelho, O Barão de Lavos (1891) - 4,5
24. José Cardoso Pires, Alexandra Alpha (1987) - 4,3
23. M. Teixeira-Gomes, Maria Adelaide (1938) - 4,0
22. Eça de Queirós, A Tragédia da Rua das Flores (1980, póstumo) - 4,5
20. Raul Brandão, O Pobre de Pedir, (1931, póstumo) - 4,4
19. João Pedro de Andrade, A Hora Secreta (1942) - 4,3
18. Camilo Castelo Branco, O Judeu (1866) - 4,3
17. Manuel da Silva Ramos, Café Montalto (2002) - 4,5
16. Fernando Assis Pacheco, Trabalhos e Paixões de Benito Prada (1993) - 4,4
15. Luís Almeida Martins, Viva Cartago (1984) - 4,1
14. Almada Negreiros, Nome de Guerra (1938 [1925]) - 4,5
13. Baptista-Bastos, Cão Velho Entre Flores (1974) - 4,5
12. Miguel Real, As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2010) - 4,0
11. Carlos de Oliveira, Alcateia (1944) - 4,4
10. Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa (1985) - 4,5
9. António Pedro, Apenas uma Narrativa (1942) - 4,4
8. Carlos de Oliveira, Uma Abelha na Chuva (1953) - 4,5
7. Vergílio Ferreira, Manhã Submersa (1954) - 4,5
6. Nuno Bragança, A Noite e o Riso (1969) - 4,5
5. Soeiro Pereira Gomes, Esteiros (1942) - 4,5
4. Carlos Malheiro Dias, Paixão de Maria do Céu (1902) - 4,3
3. Hélia Correia, O Número dos Vivos (1982) - 4,3
2. Romeu Correia, Calamento (1950) - 4,0
1. Paulo Castilho, Fora de Horas (1989) - 4,3
terça-feira, 2 de outubro de 2018
João de Melo, GENTE FELIZ COM LÁGRIMAS (1988)
«E agora que os anos confundem a ordem e o rigor das emoções dessa viagem para Lisboa, o difícil é reconstituir os nomes, o perfil, a sombra dessas formas escuras, que eram os barcos de então.»
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)












