Mostrar mensagens com a etiqueta C-oh as casas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta C-oh as casas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 22 de julho de 2019

confrontações com Arundhati Roy, O DEUS DAS PEQUENAS COISAS (1997)

«A velha casa na colina usava o telhado inclinado com beiral como quem usa um chapéu de aba descaída enterrado até às orelhas.» (trad. Teresa Casal)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Assis Esperança, PÃO INCERTO (1964)


«Residências a caírem de velhas ou de mal-construídas, rebocos a cobrirem-lhes as fendas e rugas, as suas janelículas, a metros do solo, ostentam-lhes a presunção de inexpugnáveis.»

quarta-feira, 9 de maio de 2018

confrontações com Balzac: EUGÉNIA GRANDET (1833)


«Há em certas cidades da província casas cuja visão inspira uma melancolia igual à que nos causam os claustros mais sombrios, as charnecas mais estéreis ou as ruínas mais lúgubres.» - tradução de Jorge Reis

quinta-feira, 22 de março de 2018

Eça de Queirós, OS MAIAS (1888)


«Apesar deste fresco nome de vivenda campestre, o Ramalhete, sombrio casarão de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma tímida fila de janelinhas abrigadas à beira do telhado, tinha o aspecto tristonho de residência eclesiástica que competia a uma edificação do reinado da senhora D. Maria I: com uma sineta e com uma cruz no topo, assemelhar-se-ia a um colégio de Jesuítas.»