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domingo, 4 de novembro de 2018

pontos prévios: Aquilino Ribeiro, VOLFRÂMIO (1943)

«O romancista vai de indivíduo em indivíduo, como a abelha quando forrageia o pólen, e a um pede o físico, a outro a índole, a este uma anedota, àquele um pormenor característico, e assim amassa por aglutinação os seus figurantes.» (do prefácio à 2.ª edição [1944] )

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

quinta-feira, 19 de julho de 2018

confrontações com Graham Greene: O FIM DA AVENTURA (1951)

«Uma história não tem princípio ou fim: escolhemos arbitrariamente um momento da experiência, de onde olhar para trás, ou olhar para diante.» (trad. Jorge de Sena)

quinta-feira, 14 de junho de 2018

confrontações com Alexandre Dumas, Filho: A DAMA DAS CAMÉLIAS (1848)

«Na minha opinião, não se podem criar personagens senão depois de ter estudado muito os homens, assim como não se pode falar uma língua senão depois de a ter aprendido a fundo.»  (trad. Sampaio Marinho)

segunda-feira, 14 de maio de 2018

confrontações com Balzac: O TIO GORIOT (1835)


«Seja qual for o descrédito em que tenha caído a palavra drama, devido à maneira abusiva e intolerável com que tem sido prodigalizada nestes tempos de literatura pungente, é necessário empregá-la aqui.»  (tradução de Adelino dos Santos Rodrigues)

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Camilo Castelo Branco, AMOR DE PERDIÇÃO (1862)





«Se comparo o Amor de Perdição, cuja 5.ª edição me parece um êxito fenomenal e extralusitano, com O crime do Padre Amaro e O primo Basílio, confesso, voluntariamente resignado, que para o esplendor desses dois livros foi preciso que a Arte se ataviasse dos primores lavrados no transcurso de dezasseis anos. O Amor de Perdição, visto à luz eléctrica do criticismo moderno, é um romance romântico, declamatório, com bastantes aleijões líricos, e uma ideias celeradas que chegam a tocar no desaforo do sentimentalismo.. Eu não cessarei de dizer mal desta novela, que tem a brutal insolência de não devassar alcovas, a fim de que as senhoras a possam ler nas salas, em presença de suas filhas ou de suas mães, e não precisem de esconder-se com o livro no seu quarto de banho. Dizem, porém, que o Amor de Perdição fez chorar. Mau foi isso. Mas agora, como indemnização, faz rir; tornou-se cómico pela seriedade antiga, pelo raposinho que lhe deixou o ranço das velhas histórias do Trancoso e do padre Teodoro de Almeida.» «Prefácio da quinta edição», 1879.