«Sentei-me, contra o muro, a uma das mesas do mais vulgar mármore rosa, e mandei vir não sei quê que me não apetecia tomar.»
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terça-feira, 23 de julho de 2019
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
José Régio, JOGO DA CABRA-CEGA (1934)
«Eu sentia-me tão frouxo que entrei no primeiro café cuja mancha luminosa esparrinhava nas pedras molhadas.»
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
sábado, 7 de abril de 2018
José Régio, JOGO DA CABRA-CEGA (1934)
«Noites havia, sim, em que simplesmente apreciava a noite: O aspecto de mascaradas, ou desmascaradas, que certas casas têm a certas horas; o silêncio das ruas e a sonoridade das pedras; os vultos que se esgueiram, ou esperam à esquina, ou se cosem às paredes, ou nos roçam o ombro, ou nos pedem lume, ou falam alto; e depois esboços de paisagens, ou transfigurações inesperadas de coisas que à luz do dia são banais.»
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