cronologia dos autores

.
Mostrar mensagens com a etiqueta «Amor de Perdição». Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta «Amor de Perdição». Mostrar todas as mensagens

domingo, 12 de janeiro de 2020

Camilo Castelo Branco, AMOR DE PERDIÇÃO (1862)

«Antes de entrar na avoenga liteira de seu marido, perguntou, com a mais refalsada seriedade, se não haveria risco de ir dentro daquela antiguidade. »

sexta-feira, 29 de março de 2019

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Camilo Castelo Branco, AMOR DE PERDIÇÃO (1862)

«E história assim poderá ouvi-la a olhos enxutos a mulher, a criatura mais bem formada das branduras da piedade, a que por vezes traz consigo do céu um reflexo da divina misericórdia: essa, a minha leitora, a carinhosa amiga de todos os infelizes, não choraria se lhe dissessem  que o pobre moço perdera honra, reabilitação, pátria, liberdade, irmãs, mãe, vida, tudo, por amor da primeira mulher que o despertou do seu dormir de inocentes desejos?!»

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Camilo, o romantismo e a nova escola realista (1879)

«Se comparo o Amor de Perdição, cuja 5.ª edição me parece um êxito fenomenal e extralusitano, com O crime do Padre Amaro e O primo Basílio, confesso, voluntariamente resignado, que para o esplendor desses dois livros foi preciso que a Arte se ataviasse dos primores lavrados no transcurso de dezasseis anos. O Amor de Perdição, visto à luz eléctrica do criticismo moderno, é um romance romântico, declamatório, com bastantes aleijões líricos, e uma ideias celeradas que chegam a tocar no desaforo do sentimentalismo.. Eu não cessarei de dizer mal desta novela, que tem a brutal insolência de não devassar alcovas, a fim de que as senhoras a possam ler nas salas, em presença de suas filhas ou de suas mães, e não precisem de esconder-se com o livro no seu quarto de banho. Dizem, porém, que o Amor de Perdição fez chorar. Mau foi isso. Mas agora, como indemnização, faz rir; tornou-se cómico pela seriedade antiga, pelo raposinho que lhe deixou o ranço das velhas histórias do Trancoso e do padre Teodoro de AlmeidaAmor de Perdição, «Prefácio da quinta edição», 1879. 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

o início de AMOR DE PERDIÇÃO (1862), de Camilo Castelo Branco

 «Folheando os livros de antigos assentamentos, no cartório das cadeias da relação do Porto, li, no das entradas dos presos desde 1803 a 1805, a folhas 232, o seguinte:» (Companhia Portuguesa Editora, Porto, 1917)