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domingo, 7 de julho de 2019

Manuel Ferreira, HORA DI BAI (1962)

«Respondiam três, respondiam quatro, sabia-se lá, e abriam caminho a disputar a primazia, procurando iludir o sobrenome de baptismo.» 

terça-feira, 18 de junho de 2019

Augusto Abelaira, A CIDADE DAS FLORES (1959)

«Como se as pupilas que todos os dias o viam o esmagassem: pupilas de escravos, pupilas de homens que temiam dizer o que pensavam -- homens mutilados.»  

terça-feira, 28 de maio de 2019

quinta-feira, 2 de maio de 2019

José Lins do Rego, CANGACEIROS (1953)

«Léguas e léguas andaram, como se fossem retirantes, de fazenda em fazenda, a pedir a um e a outro uma tigela de farinha que lhes matasse a fome, e pés roídos pelos espinhos e olhos fundos de sofrimento.» 

quarta-feira, 6 de março de 2019

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Manuel Ferreira, HORA DI BAI (1962)

«Fascinados pela presença do lugre, partir, não interessava de que modo, eis o último recurso a que poderiam deitar mão.» 

sábado, 29 de dezembro de 2018

Soeiro Pereira Gomes, ESTEIROS (1941)

«Com os prenúncios de Outono, as primeiras chuvas encheram de frémitos o lodaçal negro dos esteiros, e o vento agreste abriu buracos nos trapos dos garotos, num arrepio de águas e de corpos.»

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Assis Esperança, FRONTEIRAS (1973)

«Uma vez predispostos a trocarem o certo pelo incerto, em vez de se acomodarem, tal-qualmente os seus avós, às servidões sem chorume, esses homens abalavam "às cegas".»  (do «Prefácio»)


terça-feira, 24 de julho de 2018

Carlos Vale Ferraz, NÓ CEGO (1983)

«Com o sol a pino, ardendo por cima das árvores sem folhas, os soldados, atrás uns dos outros, na "bicha de pirilau", viam à sua frente apenas dois ou três homens da companhia de comandos e sentiam os passos dos que os seguiam, afastavam os ramos carregados de espinhos que lhes rasgavam os camuflados e a pele.»