- Página inicial
- a guerra é a guerra
- a propriedade é um roubo
- bichos
- cinco sentidos
- desinquietações
- diálogo com o leitor
- do grotesco
- elementais
- eras da técnica
- errância
- escrever
- estesias
- eu sou da infância
- eu tenho a paixão das árvores
- incipit
- (in)disposições do narrador
- literatura, literatura, literatura
- margens, de várias maneiras
- motu proprio
- noite, doce noite
- o desejo
- o folguedo, a festança
- o mar oceano
- o outro
- o peso da História
- o quando e o quadro
- o sangue
- o silêncio
- o sonho da razão
- o tempo que passa
- oh, as casas
- paisagem
- Portugal a várias vozes
- refracções
- retratos do povo
- ruínas e devastações
- seiva
- senhor e servo
- terra-mar-e-ar
- transgressões
- urbs
Mostrar mensagens com a etiqueta T-terramarear. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta T-terramarear. Mostrar todas as mensagens
domingo, 12 de janeiro de 2020
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Coelho Neto, A CAPITAL FEDERAL (1893)
«Para estar de acordo com o horário dos trens devíamos chegar às oito horas e alguns minutos à estação, e estou certo de que assim teria acontecido se não fosse o folgado e paciente atraso de duas horas e meia, que tivemos de aturar dentro dos compridos wagons de primeira classe, nada inferiores ao cárcere duro.
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Machado de Assis, DOM CASMURRO (1904)
«Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu.»
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Eça de Queirós, A CIDADE E AS SERRAS (póst., 1901)
«Na estrada de Orléans, numa noite agreste, o eixo da berlinda em que jornadeavam partiu, e o nédio senhor, a delicada senhora da casa da Avelã, o menino, marcharam três horas na chuva e na lama do exílio até uma aldeia, onde, depois de baterem como mendigos a portas mudas, dormiram nos bancos de uma taberna.»
quarta-feira, 19 de junho de 2019
João de Melo, GENTE FELIZ COM LÁGRIMAS (1988)
«As irmãzinhas haviam-na abandonado num camarote sem ar e sem vigias: uma luz mortuária por cima da cabeça, sacos de plástico para o enjoo arrumados numa bolsinha fatídica, o beliche estreito e uma mistura dos cheiros que só existem nos barcos -- salitre, tintas quentes e o amoníaco entorpecente das latrinas muito próximas.»
domingo, 17 de março de 2019
confrontações com Thomas Mann, A MONTANHA MÁGICA (1924)
«É um comboio de via reduzida o que ali tomamos depois de prolongada espera, numa paisagem varrida pelo vento e desprovida de encantos.» (trad. Herbert Caro)
domingo, 2 de dezembro de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)






