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segunda-feira, 22 de julho de 2019

confrontações com Arundhati Roy, O DEUS DAS PEQUENAS COISAS (1997)

«A velha casa na colina usava o telhado inclinado com beiral como quem usa um chapéu de aba descaída enterrado até às orelhas.» (trad. Teresa Casal)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

sexta-feira, 29 de março de 2019

Manuel Ribeiro, A CATEDRAL (1920)

«Vista do ramo transversal do claustro e no prolongamento do eixo da igreja, a ábside desenrolava em frente do espectador a sua elegante redondeza, e o frémito alado dos arcobotantes, com a ossatura frágil em pleno equilíbrio aéreo, dava-lhe tal ar de vida palpitante, que era de recear que a uma carícia mais quente do sol filtrando-se nos poros da pedra, a catedral abrisse as asas e erguesse o largo voo nessa lúcida manhã de tempo claro.» 

quinta-feira, 14 de março de 2019

António Pedro, TALVEZ UMA NARRATIVA (1942)

«Havia braços de rainhas de mãos pendentes, brancas e com anéis, rosários de olhos como bolindros variegados com ternuras incalculáveis e molhadas e também com ódios e estupidez, mitras e cogumelos, como anémonas que se tinham nascido e morrido era por acaso, ao sabor do vaivém do sangue, na pele sei lá de quem.»


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Agustina Bessa Luís, OS MENINOS DE OURO (1983)


«Mesmo na Transilvânia, com a densa obscuridade que projectam os cedros no espaço vegetal, não se trata apenas de um aglomerado de árvores; há um acordo entre o sentimento humano e aquela formação botânica de raízes e ramos.»

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

confrontações com Kafka, A METAMORFOSE (1915)

«Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de insecto.»  (tradução de Breno Silveira)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

confrontações com Graham Greene: MONSENHOR QUIXOTE (1982)

«Enquanto conduzia, afligia-se com o destino do Seat, a que chamava, em memória do seu antepassado, "o meu Rocinante".» (tradução minha)