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domingo, 17 de março de 2019

confrontações com Thomas Mann, A MONTANHA MÁGICA (1924)

«É um comboio de via reduzida o que ali tomamos depois de prolongada espera, numa paisagem varrida pelo vento e desprovida de encantos.»  (trad. Herbert Caro)

terça-feira, 5 de março de 2019

Orlando da Costa, O SIGNO DA IRA (1962)

«Logo de manhã, aos primeiros sinais do sol, à frente dos pequenos guardadores seminus, as cabeças de longos cornos negros curvadas para o chão, os búfalos caminham com lentidão, enquanto remoem o capim, e do outro lado da estrada vermelha, a perderem-se de vistas, os talos decepados do arroz ficam rebrilhando nas várzeas desertas.»

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

confrontações com Vladimir Korolenko, O SONHO DE MACAR (1885)

«É uma aldeola completamente escondida no coração da taiga, nessas selvas virgens e hiperbóreas do governo de Iakutsk.»  (tradução anónima)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Ferreira de Castro, EMIGRANTES (1928)



«Quando, porém, o outeiro, em curva suave de ventre feminino, se cosia ao sinuoso caminho que dava acesso à aldeia, deteve-se, meditativo, a contemplar a sua casita, quase debruçada no Caima.» 

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

confrontações com Panait Istrati, TSATSA MINNKA (1931)

«O vale do Seret, desde a meseta de Braila até à de Galatz, na sua magnificência, enche a alma de desejos.»  (tradução de José Barão)

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Eça de Queirós, S. CRISTÓVÃO (póstumo, 1911)

«E a noite cerrava-se, quando para além de uma ponte de tabuado que tremia sobre uma torrente, seca por aquele lento Agosto, o povoado apareceu entre o arvoredo do vale, com a capela branca e toda nova que o Senhor do Castelo andava erguendo a S. Cosme.»   

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Júlio Dinis, A MORGADINHA DOS CANAVIAIS (1868)

«Só de longe em longe, a choça do pegureiro ou a cabana do rachador, mas estas tão ermas e desamparadas, que mais entristeciam do que a absoluta solidão.» 

domingo, 1 de julho de 2018

Ferreira de Castro, A LÃ E A NEVE (1947)




«Com suas altivas lombas, as ramificações da montanha cercavam, de todas as bandas, a vila postada quase no fundo do grande vale, ao pé do Zêzere, que na paz crepuscular adquiria voz forte, correndo e cantando entre os penedais do seu leito.»

quarta-feira, 27 de junho de 2018

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Júlio Dinis, A MORGADINHA DOS CANAVIAIS (1868)



«Era nos extremos do Minho e onde esta risonha e feracíssima província começa já a ressentir-se, senão ainda nos vales e planuras, nos visos dos outeiros pelo menos, da vizinhança de sua irmã, a alpestre e severa Trás-os-Montes.» 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

José Saramago, LEVANTADO DO CHÃO (1980)


«Por muito que do resto lhe falte, a paisagem sempre sobrou, abundância que só por milagre infatigável se explica, porquanto a paisagem é sem dúvida anterior ao homem, e apesar disso, de tanto existir, não se acabou ainda.» 

quarta-feira, 7 de março de 2018

Almeida Garrett, VIAGENS NA MINHA TERRA (1846)

«Eu muitas vezes, nestas sufocadas noites de Estio, viajo até à minha janela para ver uma nesguita de Tejo que está no fim da rua, e me enganar com uns verdes de árvores que ali vegetam sua laboriosa infância nos entulhos do Cais do Sodré.»  

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Aquilino Ribeiro, ANDAM FAUNOS PELOS BOSQUES (1926)




«Tarde de infinita benignidade -- era nas vésperas de Nossa Senhora de Maio, quando ela de andor ao céu aberto avista tudo verde em redondo -- ali apetecia gozá-la com cristianíssimo ripanço ao passo moroso da digestão.»